25/11/2015

 A base de assinantes da telefonia móvel pode sofrer nova queda em 2016, na avaliação do presidente executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiT elebrasil), Eduardo Levy.

Para este ano,o setorprojetaaprimeira redução dabase de celulares no Brasil. Até setembro desde ano, o setor atingiu 275 milhões de linhas habilitadas, redução de1% em relação aomesmo período de 2014.

Há menos consumidores usando mais de um chip no celular. E o hábito de se falar menos pelo celular e usar mais a comunicação de texto, com aplicativos como WhatsApp, é uma tendência no Brasil e no mundo, disse o presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude.

Levy considera que a redução da base de assinantes na telefonia celular pode ser revertida se o governo desonerar ainda mais a comunicação máquina a máquina (M2M). O segmento projeta um ganho exponencial do número de chips ativos nos próximos anos em sistemas de comunicação sem a intervenção humana, conhecidos como "internet das coisas". Para Levy, o encargo com o Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel) precisa ser zerado.

Fonte: Rafael Bitencourt - Valor Econômico